Sistemas Virtuais


14/11/2016 09h27 - BBC em http://glo.bo/2fRtHkG
Como funciona a universidade sem professores inaugurada nos EUA
Alunos de computação não têm livros e nada precisa ser pago; ideia é de milionário francês que aposta em aprendizado colaborativo.
Na universidade 42, os estudantes trabalham juntos na solução de problemas e avaliam o trabalho dos colegas. (Foto: Rick Friedmann/BBC)

Uma universidade revolucionária, sem professores, onde não há livros e nada é pago,acaba de ser aberta no Vale do Silício, na Califórnia. A ideia é receber por ano 1 mil estudantes interessados em programação de computadores e desenvolvimento de software. Durante o curso, os alunos trabalham sempre em grupo e avaliam os trabalhos uns dos outros.
O nome da nova universidade, 42, é uma referência à resposta sobre qual seria o sentido da vida segundo o clássico de ficção científica "O Guia do Mochileiro das Galáxias" (The Hitchhiker's Guide to the Galaxy, no original em inglês) de Douglas Adams - criado nos anos 1970 como série de rádio da BBC e transformado em livro, peça de teatro, minissérie de TV, filme longa-metragem, revista em quadrinhos, livro ilustrado e jogo de computador.
"O Guia do Mochileiro das Galáxias" é o nome de um dicionário fictício, que tem definições e opiniões sobre todo o universo. O primeiro campus da 42 foi criado em Paris, em 2013, por Xavier Niel, um empresário e milionário do setor de tecnologia.
Muitos do que se formaram lá trabalham hoje em grandes empresas como IBM, Amazon e Tesla. Alguns criaram suas próprias companhias.

Facebook e Airbnb como modelos
Xavier Niel e seus sócios - vindos de start-ups do setor de tecnologia - querem revolucionar a educação como o Facebook fez com a comunicação na internet e o Airbnb com a hotelaria convencional.

Brittany Bir, chefe de operações da 42 na Califórnia, diz que jovens acostumados a ensinar aos colegas têm mais iniciativa no ambiente de trabalho (Foto: Rick Friedmann/BBC)

Para atingir essa meta, a universidade combina uma forma radical de ensino colaborativo e aprendizagem por projetos. Os dois métodos são bastante populares entre educadores, mas normalmente envolvem a supervisão de professores.
Assim, os alunos da 42 podem escolher projetos - como criar um website ou um jogo de computador - que seriam executados se eles estivessem trabalhando em uma empresa como desenvolvedores de software.
Para colocar seu projeto de pé, eles usam as fontes gratuitas disponíveis na internet e recebem ajuda dos colegas. Todos trabalham lado a lado, em uma ampla sala, com várias fileiras de computadores. Depois, a avaliação será feita por um outro colega, escolhido aleatoriamente.
Como nos jogos de computador, os estudantes vão avançando no curso em níveis ou fases e competem com um mesmo projeto. Eles se formam ao atingir o nível 21 e isso geralmente leva de três a cinco anos. Ao concluir o curso, recebem um certificado, nada de diploma tradicional.

Fim do aprendizado passivo
Os criadores da 42 afirmam que esse método de aprendizagem é melhor que o sistema tradicional que, segundo eles, incentiva os estudantes a serem receptores passivos de conhecimento.
"O retorno que temos recebido dos empregadores é que os jovens que formamos são mais preparados para buscar informações por si mesmos, por exemplo, sem precisar perguntar ao supervisor o que devem fazer," diz Brittany Bir, chefe de operações da 42 na Califórnia e ex-aluna no campus de Paris.

Aprendendo com quem aprende
"O aprendizado colaborativo faz os estudantes desenvolverem a confiança necessária para buscar soluções de forma autônoma, com métodos criativos e engenhosos"", explica.
Ela afirma ainda que quem passou pela 42 é mais capaz de trabalhar em grupo, discutir e defender ideias - qualidades procuradas no mundo real do mercado de trabalho em tecnologia.
"Isso é especialmente importante na área de programação, onde há uma falta de determinadas habilidades humanas," acrescenta. O aprendizado colaborativo não é novidade e já é adotado em várias escolas e universidades, especialmente em áreas como engenharia.
Aliás, historiadores concluíram que, na Grécia antiga, o filósofo Aristóteles tinha na sua escola alunos que eram monitores e ajudavam os colegas. Pesquisas recentes mostram que o aprendizado colaborativo pode fazer o aluno desenvolver um conhecimento mais profundo sobre determinado assunto.
Especialista em educação, o professor Phil Race explica que assuntos difíceis são mais fáceis de entender quando explicados por alguém que os aprendeu sozinho, sem nenhuma ajuda.
Dan Butin, reitor da escola de educação e política social do Merrimack College de Massachusetts, nos EUA, defende que o aprendizado colaborativo e por projetos seja popularizado em colégios e universidades.
O professor Butin diz que esses métodos são "ferramentas de ensino" muito melhores do que palestras, por exemplo, que normalmente não propõem desafios ao raciocínio dos ouvintes.

'O momento do arrá!'
No entanto, Butin considera que a universidade 42 foi longe demais ao abolir os professores. Pesquisas feitas por ele indicam que a maneira mais eficaz de ensino colaborativo inclui a supervisão de um professor especializado.
"A razão decisiva para a existência de um professor é orientar os estudantes no enfrentamento de assuntos complexos, ambíguos e que geralmente escapam à sua capacidade de entendimento", acredita.

O pesquisador americano Dan Butin diz que os alunos precisam de professores que os desafiem. (Foto: Rick Friedmann/BBC)

"Bons professores são capazes de levar os estudantes ao que chamo de 'momento do arrá!'"
O pesquisador diz que "a função da universidade" é desafiar conhecimentos e opiniões preconcebidas. Uma universidade sem professores, continua Butin, pode permitir que os estudantes simplesmente "reforcem e regurgitem" ideias que já têm sobre o mundo.
O modelo da 42 poderia ser uma alternativa aos Massive Open Online Courses, os Moocs (cursos online abertos e massivos, em tradução livre), que permitem que um grande número de pessoas estude online gratuitamente ou pagando pouco.
Como os Moocs, a 42 oferece uma educação mais acessível que a universidade tradicional. Mas também oferece os chamados benefícios sociais como acesso a um prédio e interação diária com outras pessoas.
A abertura da 42 coincide com a popularização nos EUA de cursinhos rápidos e intensivos que atraem milhares por causa da grande procura por programadores e desenvolvedores de software.

Método exige aluno disciplinado
Mas será que o modelo sem professores da 42 daria certo em grandes universidades?
Britanny Bir admite que os novos métodos não servem para todos os alunos. Durante o mês de seleção, por exemplo, alguns candidatos ficam irritados pelo estresse de trabalhar tão próximos. E não é difícil imaginar uma reação assim se você recebeu nota baixa de alguém que está no computador ao seu lado.
"O método é indicado para pessoas muito disciplinadas e confiantes, que não se intimidam com a liberdade de trabalhar no seu próprio ritmo", diz Britanny. Nicolas Sadirac, diretor da 42 de Paris, destaca que esse modelo funciona particularmente bem para estudantes que sofreram fracassos ou foram deixados de lado pelo sistema tradicional de educação.
"Na França, o sistema de educação decepciona muitos jovens apaixonados, que se sentem frustrados com o que são obrigados a fazer e com a maneira como isso é exigido", acrescenta.
O processo de seleção da universidade 42 ignora qualificações acadêmicas anteriores. No campus de Paris, 40% dos estudantes não completaram o equivalente ao segundo grau. "A 42 lembrou a eles que aprender pode ser divertido se você seguir o seu interesse, em vez de ser ensinado por professores a focar em uma coisa só," conclui Sadirac.
_______________________________________________________________

PMBOK 4 
Uma abordagem não muito prática.
http://devandrepereira.wordpress.com/


PMBOK Versão 4 (Project Management Body of Knowledge)
O PMBOK é um livro que apresenta um conjunto de práticas de gerenciamento de projetos que constitui a base de conhecimentos do PMI (Project Management Institute). Tais conhecimentos são reconhecidos como boas práticas possibilitando a promoção de um vocabulário comum para se discutir, escrever e aplicar o gerenciamento de projetos possibilitando o intercâmbio eficiente de informações entre os profissionais de gerência de projetos.

Estrutura
O guia é baseado em processos que são descritos da seguinte forma:
1. Entradas (documentos, planos, desenhos etc.);
2. Ferramentas e técnicas (que se aplicam às entradas);
3. Saídas (documentos, produtos etc.)

O que é gerenciamento de projetos?
Segundo o próprio guia, o gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos. O gerenciamento de projetos é realizado através da aplicação e integração apropriadas dos 42 processos agrupados logicamente abrangendo os 5 grupos. Os 5 grupos de processos são:
1. Iniciação;
2. Planejamento;
3. Execução;
4. Monitoramento e controle; e
5. Encerramento.

Tais processos também são conhecidos por formarem o ciclo de vida do projeto.
O ciclo de vida de um projeto consiste nas fases do mesmo que geralmente são sequenciais e que às vezes se sobrepõem, cujo nome e número são determinados pelas necessidades de gerenciamento e controle da(s) organização(ões) envolvidas , a natureza do projeto em si e sua área de aplicação. Um ciclo de vida pode ser documentado com uma metodologia. O ciclo de vida pode ser definido ou moldado de acordo com aspectos exclusivos da organização, indústria ou tecnologia empregada.
O ciclo de vida oferece uma estrutura básica para o gerenciamento do projeto, independentemente do trabalho específico envolvido.

Processos de gerenciamento de projetos
O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos. Esta aplicação de conhecimentos requer o gerenciamento eficaz de processos apropriados.

Para que um projeto seja bem-sucedido, a equipe do projeto deve:
  • Selecionar os processos apropriados necessários para cumprir os objetivos do projeto;
  • Usar uma abordagem definida que possa ser adotada para atender aos requisitos;
  • Cumprir os requisitos para atender às necessidades e expectativas das partes interessadas; e
  • Obter um equilíbrio entre as demandas concorrentes de escopo, tempo, custo, qualidade, recursos e riscos, para gerar o produto, o serviço ou o resultado especificado.
  • Os processos do projeto também são executados pela equipe do projeto e, em geral, podem ser classificados em uma de duas categorias principais:
  • Os processos de gerenciamento de projetos garantem o fluxo eficaz do projeto ao longo de sua existência. Esses processos abrangem as ferramentas e as técnicas envolvidas na aplicação de habilidades e capacidades descritas nas Áreas de Conhecimento;
  • Os processos orientados a produtos especificam e criam o produto do projeto. Em geral, são definidos pelo ciclo de vida do projeto e variam de acordo com a área de aplicação;
  • O escopo do projeto não pode ser definido sem algum entendimento básico de como criar o produto especificado. Por exemplo, diversas técnicas e ferramentas de construção devem ser consideradas ao determinar a complexidade geral da casa que será construída.

Os processos de gerenciamento de projetos são agrupados em cinco categorias, conhecidas como grupos de processos de gerenciamento de projetos (ou grupos de processos):
  • Grupo de processos de iniciação. São os processos realizados para definir um novo projeto ou uma nova fase de um projeto existente através da obtenção de autorização para iniciar o projeto ou a fase;
  • Grupo de processos de planejamento. Os processos realizados para definir o escopo do projeto, refinar os objetivos e desenvolver o curso de ação necessário para alcançar os objetivos para os quais o projeto foi criado;
  • Grupo de processos de execução. Os processos realizados para executar o trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto para satisfazer as especificações do mesmo;
  • Grupo de processos de monitoramento e controle. Os processos necessários para acompanhar, revisar e regular o progresso e o desempenho do projeto, identificar todas as áreas nas quais serão necessárias mudanças no plano e iniciar as mudanças correspondentes;
  • Grupo de processos de encerramento. Os processos executados para finalizar todas as atividades de todos os grupos de processos, visando encerrar formalmente o projeto ou a fase.
Gerenciar um projeto inclui:
1. Identificação dos requisitos; 
2. Adaptação às diferentes necessidades, preocupações e expectativas das partes interessadas à medida que o projeto é planejado e realizado; 
3. Balanceamento das restrições conflitantes do projeto que incluem, mas não se limitam a:
  • Escopo;
  • Qualidade;
  • Cronograma;
  • Orçamento;
  • Recursos; e
  • Risco.
Áreas de conhecimentoConsiste nas seguintes áreas:
1. Gerenciamento/Gestão de integração do projeto
2. Gerenciamento/Gestão do escopo do projeto
3. Gerenciamento/Gestão de tempo do projeto
4. Gerenciamento/Gestão de custos do projeto
5. Gerenciamento/Gestão da qualidade do projeto
6. Gerenciamento/Gestão de recursos humanos do projeto
7. Gerenciamento/Gestão das comunicações do projeto
8. Gerenciamento/Gestão de riscos do projeto
9. Gerenciamento/Gestão de aquisições do projeto

Referências e Fontes
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE, Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de projetos, 4ª ed. 2008 em http://www.pmi.org/


ITIL v.3 – Sou desenvolvedor!
O que me importa saber disso?

2 DE OUTUBRO DE 2013 - http://devandrepereira.wordpress.com/
ITIL v.3 (Information Technology Infrastructure Library)
O ITIL é uma metodologia de gerenciamento de processos de TI criada pela secretaria de comércio do governo ingles (Office of Government Commerce, OGC), a partir de pesquisas realizadas com consultores, especialistas e doutores para desenvolver as melhores práticas para gestão de TI. Foi desenvolvido no final dos anos 80 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) hoje OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra.
O ITIL é composto por módulos. Os módulos mais importantes são: IT Service Support e IT Service Delivery.
O Service Support inclue Service Desk, Incidentes, Problemas, Configuração, Gerenciamento de mudança e Liberação. Já o Service Delivery inclue nível de serviço, financeiro, capacidade, continuidade e disponibilidade de serviço.
O ITIL define objetivos e atividades, entradas e saídas de cada um dos processos encontrados na organização de TI. Porém ITIL não dá recomendações de como as atividades devem ser executadas pois as empresas são diferentes;
Estrutura
Na versão v1, a ITIL era formada por uma grande quantidade de livros cada um descrevendo uma área específica de TI. Havia aproximadamente 40 livros relacionados ao gerenciamento de infraestrutura de TI. Já no ITIL v2, foi resumida em 7 livros principais.

A biblioteca atual do ITIL v3, é composta por:
1. Conteúdo Principal: 5 publicações do ciclo de vida;
2. Conteúdo complementar: guia introdutório, guia de bolso, guias complementares, com a aplicação da ITIL em cenários específicos, estudos de caso, material para treinamento, artigos e serviços de suporte via web.

Estratégias de serviço
Pontos chaves da estratégia de serviço:
1. Definição do valor do serviço;
2. Ativos do serviço (service assets);
3. Análise de mercado;
4. Tipos de provimento de serviço.

Processos dessas estratégias incluem:
1. Gerenciamento de Estratégia para Serviços de TI;
2. Gerenciamento de Portifólio (ou carteira) de serviços;
3. Gerenciamento financeiro de serviços de TI;
4. Gerenciamento de demandas;
5. Gerenciamento de relacionamento com o negócio.

Desenho de serviço.
O Desenho de serviço engloba todos os elementos relevantes a entrega de serviços de tecnologia, ao invés de focar somente no projeto de tecnologia propriamente dita.
Com ITIL o trabalho de projetar um serviço é agregado em um simples pacote de projeto de serviço (Service Design Package – SDP). O SDP em conjunto com outras informações, são gerenciados com um catálogo de serviços.

Processos Inclusos
1. Gerenciamento de catálogo de serviços;
2. Gerenciamento de fornecedores;
3. Gerenciamento do nível de serviço (Service Level Management – SLM);
4. Gerenciamento de disponibilidade;
5. Gerenciamento de capacidade;
6. Gerenciamento de continuidade de serviços de TI;
7. Gerenciamento de segurança da informação;
8. Coordenação do Desenho do Serviço.

Transição do serviço
A transição do serviço é composto por um conjunto de processos e atividades para a transição de serviços no ambiente de produção. Deve ser encarado como um projeto de implantação, pois neste estágio do ciclo de vida precisamos gerenciar bem os recursos para implantar com sucesso um novo serviço ou uma alteração em um existente.

Processos Inclusos
1. Gerenciamento de configurações e ativos de serviço
2. Planejamento de transição e suporte
3. Gerenciamento de liberação e entrega (release and deployment)
4. Gerenciamento de mudança  (Change Management)
5. Gerenciamento de conhecimento
6. Papéis da equipe engajada na transição do serviço.

Operação do serviço
Aqui se coordena e se realiza as atividades e processos necessários para fornecer e gerenciar serviços em níveis acordados com o usuário e clientes do negócio.

Processos inclusos
1. Balanceamento do conflito das metas (disponibilidade vs custo, etc).
2. Gerenciamento de eventos.
3. Gerenciamento de incidentes.
4. Gerenciamento de problemas.
5. Cumprimento dos pedidos.
6. Gerenciamento de acesso, (service desk).

O ciclo de vida do ITIL

E o que isso tudo tem a ver comigo desenvolvedor de sistemas?
O desenvolvimento de sistemas é um serviço de TI, portanto também é gerenciado pelas práticas do ITIL. Percebe-se claramente principalmente no ciclo de transição do serviço, onde os sistemas utilizam as disciplinas de gerência da mudança, gerência da liberação e gerência da configuração. O objetivo dessas disciplinas é garantir que as implementações tenham o menor impacto possível em ambiente de produção, através de processos e checagens formais, mantendo o registro de todas as correções em base de dados.Ou seja, se você é desenvolvedor, tenha pelo menos uma noção de ITIL, pois as empresas que implementarem tais práticas vão precisar da colaboração dos profissionais para tal.

Fontes e Referências
http://www.green.com.br/bloggov/2010/10/itilvscobit/ Acessado em: 02/10/2013
http://www.profissionaisdetecnologia.com.br/blog/?p=168 Acessado em: 02/10/2013
http://manageti.blogspot.com.br/2012/08/estrutura-da-itil.html Acessado em: 02/10/2013
http://pt.wikipedia.org/wiki/ITILv3 Acessado em: 02/10/2013
http://www.diegomacedo.com.br/itil-v3-transicao-de-servico-parte-1/ Acessado em: 02/10/2013

http://www.diegomacedo.com.br/itil-v3-operacao-de-servico-parte-1/ Acessado em: 02/10/2013
COBIT – O que é? Uma startup? Um Jogo de RPG?

2 DE OUTUBRO DE 2013 - http://devandrepereira.wordpress.com/ 
O que é?
COBIT - Control Objectives for Information and related Technology
É um framework que reúne conhecimentos e boas práticas para gerenciar a TI de uma empresa.
Missão do COBIT: “Investigar, desenvolver, publicar e proporcionar um conjunto de objetivos de controlo geralmente aceitos para as tecnologias da informação que sejam autorizados (dados por alguém com autoridade), atualizados, e internacionais para o uso do dia a dia dos gestores de negócios (e também diretores) e auditores.”

Essas práticas se dividem basicamente em 4 grupos:
1. Planejar e Organizar;
2. Adquirir e Implementar;
3. Entregar e Dar suporte;
4. Monitorar e Avaliar.

Esses 4 grupos são subdivididos em 34 objetivos de controle. Os 34 objetivos estão alicerçados em 318 procedimentos de controle.

Objetivo
O propósito de sua criação é apoiar os gestores e profissionais no controle e gerenciamento dos processos de TI com foco no relacionamento entre os objetivos do negócio com os objetivos de TI.

Os requisitos da informação
Para o COBIT, os requisitos da informação são dados por:
1. efetividade;
2. eficiência;
3. confidencialidade
4. integridade
5. disponibilidade
6. conformidade e
7. confiabilidade.

Recursos
1. Pessoas;
2. Sistemas, aplicações;
3. Informações;
4. infraestrutura.

Objetivos de controle
Declarações genéricas sobre a qualidade mínima de um bom controle em relação aos processos de TI.
Por fim, qualquer organização pode utilizar das boas práticas do Cobit, independente do tipo de negócios, infraestrutura, sistema ou tecnologia utilizada.
Uma observação importante é que o papel do Cobit não é alterar a estrutura dos processos da empresa e sim utilizá-los da melhor forma a fim de gerar as informações que a empresa realmente necessita para por fim atingir as metas de governaça de TI.

Referências
http://www.isaca.org/Knowledge-Center/Standards/Documents/Standards-IT-Portugese-S15.pdf
Acessado em: 01/10/2013
http://www.nardonnasi.com.br/images/stories/artigos/pdf/Cobit.pdf Acessado em: 01/10/2013
http://www.trainning.com.br/download/Apostila_ITIL_Cobit.pdf Acessado em: 02/10/2013
http://www.slideshare.net/fernando.palma/introduo-ao-cobit Acessado em: 02/10/2013
Cobit 4.0. http://www.infoescola.com/administracao_/cobit-4-0/ Acessado em: 02/10/2013
COSTA, Luciana. O Cobit como modelo de gestão da TI
http://imasters.com.br/artigo/5388/gerencia-de-ti/o-cobit-como-modelo-de-gestao-da-ti/
Acessado em: 02/10/2013

Governança de TI – Que troço é esse e que diferença faz na minha vida?

29 DE SETEMBRO DE 2013  - http://devandrepereira.wordpress.com/ 
Governança de TI - Conceito
Governança de TI é uma vertente da Governança Corporativa. Segundo o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), a Governança Corporativa é:
“Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, conselho de administração, diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de governança corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade.”
Em suma a Governança Corporativa é todo o sistema criado para manter a sociedade(empresa). Ela determina boas práticas para o bom relacionamento entre os acionistas. A Governança é baseada nos princípios de transparência das informações financeira da empresa, independência e prestação de contas.
Já a Governança de TI é todo o sistema criado para alinhar a TI aos negócios da organização, gerenciar os recursos de TI, garantir a segurança da informação, gerenciar os riscos e gerenciar desempenho e a capacidade de TI das organizações.
A Governança de TI provê o alinhamento estratégico, a entrega de valor, a gestão de riscos, gestão de recursos e a gestão de desempenho para os serviços de TI. Todo esse sistema para prover esses controles é aplicado através da ajuda de várias metodologias, boas práticas e padrões criados como COBIT, ITIL, CMMI dentre outras.
Em suma a Governança de TI é todo o sistema criado para manter o bom funcionamento e controle dos recursos de TI e principalmente para o monitoramento das práticas de gestão de TI a fim de alinhar com a visão, missão e metas estratégicas da organização.
Para não ter dúvidas, segue uma definição mais embasada, segundo o Prof. da FGV Sr. João R. Peres:
“Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a finalidade de garantir controles efetivos, ampliar os processos de segurança, minimizar os riscos, ampliar o desempenho, otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos, suportar as melhores decisões e conseqüentemente alinhar TI aos negócios.”

Planejamento estratégico
Sistema de Governança Corporativa
O planejamento estratégico é um ponto importante para a Governança de TI pois ele visa garantir que as metas e objetivos da TI estejam vinculados aos objetivos da organização. É um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégias táticas e operacionais de sistemas de informações e infra estrutura de TI necessários para o atendimento das ações e objetivos da organização.
O planejamento estratégico basicamente objetiva prover os seguintes itens da governaça de TI: Alinhamento estratégico, Entrega de valor, Gestão de Riscos, Gestão de Recursos e Gestão de Desempenho.

Gerência de Portfólio
Basicamente serve para o controle quantitativa dos esforços de projetos e serviços de TI permitindo a medição e a avaliação dos objetivos da governança de TI e de cenários de investimentos.
A Gerência de Portfólios é feita através de três portfólios: portfólio de aplicação, portfólio de infraestrutura e portfólio de projetos.
Normalmente a gerência de portfólio é aplicada em grandes organizações, onde o impacto sobre os recursos são maiores. Normalmente em pequenas organizações a gerência de portfólio é feita como parte do planejamento de TI de forma mais generalizada.

O que isso faz diferença na minha vida?
A aplicação da governança de TI é um dos principais objetivos de um CIO (Chief Information Officer) e de tabela dos CEO (Chief Executive Officer). Ou seja, se você trabalha na parte operacional da empresa, você terá que seguir todos os padrões definidos pelo planejamento estratégico da empresa, ter noções das principais boas práticas e metodologias de gerenciamento de TI.
A empresa em que trabalho hoje por exemplo, tem a certificação CMMI nível 5. Constantemente temos que estar nos atualizando e estudando o processo da empresa e conceitos empregados pelo CMMI para manter o nível de maturidade exigido. Ou seja, constantemente fazemos cursos, e aplicamos os conhecimentos no dia a dia realizando as atividades de acordo como prega o processo.
Segredo: *para nós desenvolvedores, que gostamos é de codificar, isso tudo é um saco. Seguir todo esse processo burocrático e tudo mais. Mas por outro lado, é uma ótima forma de acompanhamento para os gestores. No dia que eu for gestor, provavelmente vou achar isso lindo, ou será que não?
Por fim nota-se que todas gerências de TI , planejamentos e metodologias tem um objetivo em comum: Manter o alinhamento dos serviços e recursos de TI com os objetivos organizacionais.

Referências

DOROW, Emerson. O que é Governança de TI e para quê existe?

http://www.governancadeti.com/2010/07/o-que-e-governanca-de-ti-e-para-que-existe/

Acessado em: 29/09/2013

Governança Corporativa - http://www.ibgc.org.br/Secao.aspx?CodSecao=17 Acessado em: 28/09/2013
TISCATE, Ailton. Governança de Tecnologia da Informação – TI: Resumo de um modelo prático de implantação.
http://www.iti.gov.br/images/legislacao/artigo_sobre_governanca_de_ti_ailton.pdf Acessado em: 28/09/2013
Entendendo a Governança de TI.
http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti Acessado em: 29/09/2013
CARVALHO, Carlos Augusto da Costa. O que é Governança de TI. http://itweb.com.br/voce-informa/o-que-e-governanca-de-ti/ Acessado em: 29/09/2013



Empreendedor x Empresário
28 DE SETEMBRO DE 2013  - http://devandrepereira.wordpress.com/ 
Sobre os perfis: empreendedor x empresário, nota-se que há diferenças bruscas entre esses perfis e normalmente são características totalmente contrárias que os definem.
Segue uma pesquisa com algumas comparações.
No quadro abaixo, encontrado no blog do Ueliton Macedo, percebe-se a diferença entre as características, uma ótima comparação:



Comparação Empreendedor x Empresário.


Empresário

Senhor do Engenho.

O empresário tem características gerenciais. Sabe muito bem como administrar uma empresa e normalmente visa a produtividade e lucro. A métrica de avanço para o empresário é o faturamento. Costumo dizer que o empresário é o verdadeiro Senhor do Engenho.

Características comuns:
• Gerencia
• Administra
• Mantém
• Foca no sistema, na forma
• Controla a equipe
• Identifica problemas
• Faz corretamente as coisas


Empreendedor





Sonhador.

O empreendedor costuma ser mais inovador, mais criativo, persistente, o “cara das ideias” e dos sonhos. Visa a satisfação profissional, tem paixão pelo que faz.

Normalmente o valor do trabalho está ligado a satisfação pessoal.

Características comuns:

• Constrói, propõe
• Inova
• Foca no negócio, no resultado
• Constrói a equipe
• Identifica as oportunidades
• Faz as coisas certas

No mundo lindo, todo empresário deve ser um pouco mais empreendedor e todo empreendedor deve ser um pouco mais empresário. Acredito que quando se encontra esse equilíbrio, as chances de sucesso do negócio aumentam.

Fontes e Referências:
Empreendedor vs empresário. Qual é a diferença? - Blog do Ueliton Macedo, Acessado em 06/07/201
Empreendedor ou empresário? - Administradores.com.br, Acessado em 06/07/2013


Desenvolvendo uma nova ideia
4 DE ABRIL DE 2013  - http://devandrepereira.wordpress.com/ 



O mercado mobile no Brasil tem evoluído em ritmo alucinante. Uma pesquisa mostra que cerca de 25% dos usuários móveis no Brasil terão smartphones em 2014. Isso representa cerca de 43 milhões de usuários. Um bom mercado a explorar. 

Segundo um estudo da W/McCann, 35,2% dos usuários de smartphones estudam e trabalham. 49,7% são da classe A. Smatphones estão presentes em todas as faixas etárias, porém mais concentrados na faixa entre 25 e 34 anos. 83% dos usuários de smartphones acessam a internet pelo celular. 80,2% dos entrevistados usam smartphones com games/jogos, 77,5% para redes sociais e 78,5% para instant messenger. 64% dos entrevistados baixam aplicativos para seus smartphones. Dentre os usuários que baixam aplicativos para smartphones, 73,3% são homens. Do total de programas baixados, 57% são jogos.

Essa pesquisa é antiga mas reflete um pouco a nossa realidade. Já dá para ter uma noção de onde ir. Confiando nos dados, devo desenvolver um jogo para smartphone para homens. E do que os homens gostam? Sexo, futebol e cerveja. Seria unânime não é? 
Mas o que exatamente…Tem que ser algo viral, que seja facilmente difundido. 

Referência


http://www.slideshare.net/WMcCannBR/consumidor-mvel-2011

_______________________________________

TGI
Estrutura Geral do Trabalho
·      Os alunos vão fazer um projeto de uma solução a ser aplicada em uma empresa real ou fictícia.
·      Esta solução deve utilizar um sistema de banco de dados.
·      A solução deve também envolver aplicações de internet, intranet e/ou extranet.
 _____________________________

Elementos Pré-textuais
·      Capa (obrigatório)
·      Lombada (opcional)
·      Folha de rosto (obrigatório)
·      Errata (opcional)
·      Folha de aprovação (obrigatório)
·      Dedicatória (opcional)
·      Agradecimentos (opcional)
·      Resumo (obrigatório)
·      Abstract (obrigatório)
·      Lista de Ilustrações (opcional)
·      Lista de tabelas (opcional)
·      Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
·      Lista de símbolos (opcional)
·      Sumário (obrigatório)

Elementos Textuais

·      Introdução

  • Anunciar a idéia central
  • Mostrar a questão central que levou ao estudo proposto
  • Anunciar o que se quer pesquisar
  • Apontar soluções possíveis que se espera chegar com o desenvolvimento do trabalho.
  • Razões que demonstram importância do trabalho.
  • Pode-se descrever (em âmbito geral) as metodologias de pesquisa (entrevistas, pesquisa de campo, etc.).
· Cenário Descrever de forma detalhada o cenário da empresa que é objeto do trabalho, abordando de forma clara as características da mesma como:
  • Ramo de atividade
  • Histórico da empresa
  • Número de funcionários
  • Produtos e/ou serviços que efetua
  • Principais concorrentes
  • Etc.
Descrever os Objetivos e a Estratégias adotadas pela empresa, bem como as Necessidades e Desejos da mesma de acordo com a sua estratégia.

· Fundamentação teórica

Deve abordar os assuntos de cada uma das matérias conforme indicação dos professores.
Deve-se lembrar que qualquer assunto abordado na metodologia deve constar também sua explicação na fundamentação teórica.

· Metodologia da Pesquisa

Definir a solução proposta para atender às necessidades e/ou desejos da empresa.
Elaborar o projeto para a implementação da solução utilizando a metodologia do PMI.

· Conclusão

Fazer uma conclusão geral para todas as disciplinas.
Deve ser breve e objetiva.
Não mais que 1 página.
Validar os argumentos expostos durante o trabalho.
Idéias principais e interpretações mais relevantes.
Não se deve introduzir informações novas.

Elementos Pós-textuais

· Referências (obrigatório)
· Glossário (opcional)
· Apêndice (opcional)
· Anexo (opcional)
· Índice (opcional)


COMO CRIAR UM BLOG20 BLOGGER THEMES INCRÍVEIS

   

Plano de Negócios para Empresas na Internet - Download











Como montar um plano de negócio, simples e práticoMetodologia dos 8Ps do Marketing Digital

1) Pesquisa

Levantamento de dados sobre a empresa, o público-alvo, o segmento de atuação e os concorrentes.


2) Planejamento

Elaboração do plano de marketing digital com definição da estratégia, do posicionamento, das ferramentas, das métricas e do orçamento.


3) Produção

Criação dos layouts, sites, ferramentas, aplicações, jogos, textos, conteúdo multimídia, contas nas redes sociais - de forma otimizada para mecanismos de busca (SEO).



4) Publicação
Disponibilização ao público do que foi produzido, início do monitoramento, da campanha de links patrocinados e da conversação nas redes sociais.

5) Promoção
Realização de ações para incentivar o boca-a-boca nas redes sociais como sorteios, jogos, concursos, e-mail marketing, recomendação de formadores de opinião, etc.

6) Propagação
Estímulos que visam ampliar e facilitar a propagação da marca e dos produtos, através de marketing viral e de conteúdos relevantes, através de vídeos, tutoriais, podcasts, entrevistas, mobilizações, respostas aos comentários do público.

7) Personalização
Foco nas ações e nos grupos que apresentam maior retorno, adaptando a estratégia de forma a aumentar o engajamento, a fidelização e melhorar experiência.

8) Precisão
Esta fase corre em paralelo das etapas a partir publicação, a fim de identificar os benefícios obtidos, quais áreas que apresentam maior retorno do investimento, identificação de novas oportunidades e quais alterações deverão ser feitas.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Planejamento Estratégico da Inovação

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico